As palavras são como cinzas: perenes restos da nossa presença.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Cinza #25 (ou continuação da experiência automática)
Sigo pela ponte atrás de um comboio movente cheio de linhas paralelas a decorá-lo. Perco o meu olhar no seu horizonte em busca de um insecto qualquer que esborrachado contra a parede fique a manchar toda uma vida de dedicação mecânica.
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